quarta-feira, 27 de maio de 2009

"Andorinha-grande-doméstica", "Grey-breasted Martin" (Progne chalybea)

andorinhaandorinha
andorinhaComprimento: 19,5 cm; peso: 43 g. Presente em todo Brasil e também amplamente distribuída nas planícies do México à Argentina. Realiza migrações em bandos, sendo a maior espécie de andorinha nacional. É sobretudo um pássaro de áreas habitadas pelo homem, muito comum em fazendas, vilas e cidades rurais, de preferência nas igrejas (por isso é conhecida também como andorinha-católica). Coloniza novas clareiras rapidamente. Vive em bandos, com freqüência fazendo ninho em beirais de habitações. Conhecida também como taperá e andorinha-grande.

Fotografadas em ÁGUAS DE SÃO PEDRO EM MARÇO DE 2009.


sábado, 16 de maio de 2009

"Garrincha", "Cambaxirra", "Corruíra", "Southern House-Wren" (Troglodytes aedon)

Corruíra O que mais me impulsiona na busca pela melhor foto , é saber que sempre terá um novo encontro e sempre cada vez melhor. Ainda não consegui definir o meu melhor trabalho, porque quando menos espero, novos assuntos aparecem e somem como relâmpagos, me presenteando com segundos de verdadeira paz.
O "Mundo Natural" realmente nos revela a verdade da vida.
Um "pequeno notável" pássaro, o menor da família e o mais conhecido, por ter-se adaptado bem ao mundo urbano. Encontrada aos casais ou em pequenos grupos com filhotes da última ninhada, vivem sempre nas partes baixas de árvoras, arbustos, procurando insetos e pequenos vermes em ocos de árvores. Constróem seus ninhos em buracos em árvores, mourões, casinhas para pássaros deixadas em jardins. A Fêmea choca os ovos, mas os dois cuidam dos filhotes e até mesmo filhotes maiores cuidam dos mais novos. O macho canta de manhã e de tarde, mas no período reprodutivo canta praticamente o dia todo. Um canto alto e forte que impressiona quem não conhece, porque quando se deparam com o pássaro, muitas vezes não acreditam que um som tão forte possa vir desse pequeno ser.

Eu fotografei essa belezinha tomando um pouco de sol no mourão do quintal da casa da minha irmã em Águas de São Pedro em março de 2009.
Tenho recebido visitas de uma Corruíra no meu quintal também, até entrou no ninho que eu preparei para ela. Fiquei muito feliz ao ver isso.
Cambaxirra

sábado, 9 de maio de 2009

"Saí-andorinha", "Swallow Tanager"(Tersina viridis)

saí-andorinha Um dia depois te ter fotografado os tucanos, voltei ao mesmo local para ver se conseguia mais e melhores fotos. Os tucanos não apareceram nesse dia, mas quando eu estava observand0 um velho e frondoso Ipê, bem no alto da copa estavam eles, esperando a melhor oportunidade de pousar em uma Shefflera carregada de frutos maduros. O maior desafio do casal foi ter que se livrar dos bem-te-vis, sabiás, sirirís que alí brigavam por comida. Os bem-te-vis eram os mais possessivos, deixavam de se alimentar para atacar todas as outras espécies, até mesmo os tucanos nos dias anteriores.
Caros amigos!!! Apresento-lhes essa maravilha da " Mãe Natureza", "Saí-andorinha"!!!

saí-andorinha Eu não tenho muito conhecimento sobre essa espécie, pois essa foi a primeira vez em que a vi.
Percebi uma maior timidez com relação aos outros pássaros frugívoros que encontro por aí.
São mais arredios que os sanhaços por exemplo, não pude ver nenhuma reação contra os outros pássaros que os afugentavam, mas sei que a maior parte do ano, um hábito caracaterístico é o gregarismo. Os sanhaços são mais "brigões"!!!
Segue abaixo informações mais detalhadas da espécie:
Fonte: Aves do Pantanal.
O azul brilhante do macho chama a atenção quando visto de baixo para cima (foto), a condição mais comum de encontrar essa ave única. Quando sob luz solar intensa e observado de cima para baixo (condições raras), nota-se que a plumagem do macho torna-se verde brilhante. A cara e garganta, negras, formam outra característica exclusiva dos machos. As fêmeas e os machos juvenis são esverdeados, em tom brilhante nas costas e amarelado nas partes inferiores (foto). Nos dois sexos, há uma série de riscas escuras na plumagem ventral, branca no centro da barriga do macho e amarelada na fêmea.Formato do corpo e cabeça peculiares. Bicos curtos, terminando em uma pequena ponta, com uma boca grande e larga. Alimenta-se de frutos e insetos, apanhando esses últimos em vôos a partir de galhos expostos. Raramente aproxima-se do chão, exceto para apanhar um inseto em vôo ou para nidificar. Escava barrancos de riachos e faz o ninho no final do túnel. Ainda não foi encontrada nidificando no Pantanal.Outro hábito característico é o gregarismo da maior parte do ano. As fêmeas fazem o ninho, chocam e cuidam dos filhotes praticamente sozinhas. Os machos ficam de sentinela a maior parte do tempo, sem envolver-se muito na criação dos filhotes. Após a reprodução retornam aos bandos, os quais podem chegar a algumas dezenas ao redor de árvores frutificando.Surge e desaparece sem que ainda tenha tido o comportamento migratório bem determinado. Pode ser vista em toda a RPPN durante suas movimentações, mas prefere as áreas de matas ciliares ao longo dos rios, na borda de baías e corixos. Comum na copa das árvores dos jardins do hotel de Porto Cercado. Apesar das cores, pode passar despercebida quando pousa, virtualmente imóvel, entre a folhagem. Possui um forte chamado metálico de contato, sendo muitas vezes escutada antes da primeira visualização.Entra nas cidades e áreas urbanizadas onde existam árvores com oferta das frutas preferidas. Em ajardinamentos, o plantio de Shefflera shefflera (foto) ou de magnólia é capaz de atraí-la, mantendo o bando ao redor durante dias. Também gosta muito dos frutos de figueira. Devido ao formato do bico e cabeça, é capaz de apanhar vários frutos, carregando-os para um poleiro mais escondido. Os frutos com caroço muito grande para ser engolido tem a polpa retirada no esôfago e são cuspidos. É um excelente dispersor de sementes.

saí-andorinha

Fotografados em Março de 2009, Rio Claro- SP em meio urbano.