quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

"Vira-bosta", "Maria-preta", "Chopim"(Molothrus bonariensis)


Fonte: Aves do Pantanal
Muito parecida com a graúna, sendo um pouco menor e longilínea, sem o aspecto atarracado da última. O brilho metálico da plumagem negra do macho ajuda na identificação, evitando confusão também com o macho do carretão. As fêmeas são mais cinza escuro, sem brilho metálico.
Entre junho e setembro são muito gregárias, concentrando-se em pousos noturnos comunitários ou buscando alimentos em gramados e áreas campestres com capim baixo. Nessas concentrações, é possível observar os machos ameaçando-se mutuamente com seu característico comportamento de apontar o bico para cima e caminhar em direção ao oponente com as penas brilhando ao sol.
Esse período marca o início da reprodução, mas é após o acasalamento que inicia-se a fase pela qual a espécie é mais conhecida. As fêmeas começam a busca de ninhos de outras aves, onde irão depositar seus ovos, deixando o choco e criação dos filhotes por conta dos hospedeiros involuntários. Nada menos do que 55 espécies já foram listadas como hospedeiras, desde aves maiores até menores do que a maria-preta. Os ninhos tanto são tigelas abertas como estruturas fechadas de gravetos. Os ovos da maria-preta chocam com 11 ou 12 dias e os filhotes crescem rapidamente, a velocidade superior aos irmãos postiços. Com isso, falta alimento para os demais e só sobrevive o parasita.
Fotos tiradas em Setembro de 2008 no colégio dos meus filhos.

Um comentário:

  1. óla meu nome é leonor gostaria de saber melro e maria preta é o mesmo pássaro

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